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terça-feira, 25 de setembro de 2012

BOLO TOFFE

BOLO TOFFE









INGREDIENTES:

150G de Tâmaras picadas

125ml de água fria

1 colher (chá) de bicarbonato

150g de manteiga

150g de açúcar mascavo

2 ovos médios batidos

1 colher (chá) de essência de baunilha

175g de farinha de trigo com fermento (eu uso a farinha integral e coloco fermento)

COBERTURA

6 colheres (sopa) de doce de leite

Sugestões: Usar assadeira 28cmx18cm

COMO FAZER:

1 – Preaqueça o forno a 180º, unte uma assadeira de 28cmx18cm e forre a base com papel manteiga para o bolo não grudar.

2 – Ponha as Tâmaras em uma panela com água. Leve para ferver, tire do fogo e junte o bicarbonato - vai ficar efervecente!! Deixe esfriar.

3 – coloque a manteiga em temperatura ambiente com o açúcar em uma tigela. Bata com a batedeira ou o batedor manual até ficar leve e aerada. Junte os ovos e a baunilha e bata mais.

4 – incorpore a farinha à massa com a colher de metal e misture as tâmaras com água. Despeje na assadeira, ponha na grade central do forno e asse por 25-30 minutos, até crescer.

5 – Deixe o bolo esfriar por 10 minutos e desenforme em uma tabua. Espere terminar de esfriar, corte em 24 quadrados e, usando a espátula, cubra-os com doce de leite.

6 – Bom apetite pra todo mundo!!!

receita Maíra Schembri imagem da internet

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O Sal e a Pressão Alta


                      O sal e a pressão alta
                 
                   Onde vai a corda vai a caçamba

O que é sal?  O sal é um mineral composto por dois elementos principais:o sódio e o cloro, que se juntam formando o cloreto de sódio.

5% do sal recolhido do mar é utilizado para consumo humano, o restante vai para a indústria, servindo para fabricar papel, tecidos, cosméticos, tinturas, detergentes, remédios, etc.

O sal é necessário para manter a vida.

O Sódio tem funções nobres no organismo:

- Controlar o equilíbrio da água.

- Contribuir para transmitir os impulsos nervosos do cérebro para todo o corpo.

- Permitir a contração muscular

- Participar da regulação do ritmo do coração

Como o Sódio provoca pressão alta? Quando agente come aquela comidinha mais salgada...da uma sede!!!

A ingestão excessiva de sal faz aumentar a quantidade de sódio no sangue.

Mas o equilíbrio entre  água e  sódio no organismo tem que ser perfeito.

Existindo mais sódio tem que haver mais água.

Com o sódio aumentando no sangue, complicados mecanismos hormonais entram em ação para equilibrar as águas corporais. Se este equilíbrio não ocorrer, o organismo vai ter que tirar a água de dentro das células, provocando desidratação e risco de morte.

Só que este aumento do volume de sangue por causa do aumento da quantidade de água (para diluir o sódio) faz aumentar a pressão dentro das artérias.
E lá vai a pressão arterial para as nuvens!!!

Quando as águas das chuvas são intensas, os rios não conseguem manter a pressão destas águas em sua margem e ocorrem as inundações.

Mas as artérias e veias não podem deixar o sangue sair e inundar o nosso corpo. Então, a quantidade aumentada de líquidos fica presa e aumenta a pressão dentro das artérias,provocando a hipertensão arterial.

Assim como a pressão aumentada das águas do rio vai destruindo suas margens, a pressão alta dentro das artérias vai machucando suas paredes se romper (derrame)  ou entupir (infarto).

É porque agente não se lembra do gosto. Mas o leite materno tem somente um “pinguinho” de sal. Porque a natureza sabe que o sódio é indispensável até para o bebê, mas sem excessos.

Devemos nos lembrar que o gosto pelo sal é adquirido. O bebê será um adulto com pressão alta dependendo também do que ele aprender em relação a quantidade de sal que satisfaz seu paladar.

E o gosto adquirido pelo sal vai depender do nosso cuidado com a quantidade de sódio que as crianças ingerem.

A Organização Mundial da Saúde determina que a quantidade máxima de sal que cada adulto deve comer por dia é igual a 5 gramas. 5 gramas estão contidas em uma colher de chá,a colher de sopa contem mais ou menos 15 gramas, 5 gramas de sal contem mais ou menos 2,5 gramas de sódio.

No Brasil cada pessoa ingere em tono de 10 gramas de sal por dia, o dobro da quantidade recomendada.

Se viver de sanduíches, batata frita, salgadinhos e comida industrializada, pode chegar a 20 gramas por dia, ou mais.

10 gramas de sal obrigam o organismo a reter 1 litro de água, todos os dias!

Que aumenta o volume de sangue circulando, que obriga o coração a trabalhar com mais força, que aumenta a pressão arterial, e todo mais o que a gente já sabe.

Assim como nós, humanos, temos sal em nosso organismo, todos os outros seres vivos também têm.

A carne de vaca é naturalmente salgada, assim como a das aves e peixes.

Por incrível que pareça, os vegetais também contêm sal, ainda  que em menor quantidade.

Estes alimentos naturais começam a se complicar quando são industrializados. Um único sanduíche pode conter 80% do sal que você precisa ingerir por dia.

Existem duas atitudes quem agente pode começar a tomar a partir de agora:

1-Eliminar o uso do saleiro.

2-Ler as informações nutricionais dos produtos que compra.

Assim como os maços de cigarro, os saleiros também deveriam vir com uma advertência de perigo quanto ao uso. O sal contido nos alimentos já é mais do que suficiente. Não é necessário acrescentar mais sal na comida.

Informações nutricionais (estão nas embalagens dos alimentos, geralmente com uma letra muito pequena, mas insista!)

Nutrientes são os compostos químicos que serão processados pelo organismo para gerar a energia que permite a vida (carboidratos, proteínas, lipídios, colestorol, sódio, etc).

Das informações nutricionais devem contar, entre outros, os valores da PORÇÃO e do VALOR DIÁRIO.

Porção não é o pedaço de pizza que você decide comer. E que pode ter o tamanho que você quiser.

Porção é a quantidade que uma pessoa consome, por vez, para compor uma alimentação saudável.

Como conviver com o sal sendo nosso amigo.

Dê o sumiço no saleiro. Não deixe as crianças usarem, nem dê o exemplo.

Prefira alimentos frescos. Aprenda a usar e abusar dos temperos naturais:alho, cebola, manjericão, hortelã, alecrim, orégano, salsinha, tomilho, cebolinha, curry e outros.

Evite conservas (azeitonas, picles, patê, palmito, etc), enlatados, alimentos em pó (sopas, temperos), caldos em cubos, embutidos (salsicha, mortadela, lingüiça, salame, presunto), carnes salgadas.

Leia as informações nutricionais e decida se você quer aquela quantidade de sal na sua vida (ah! Não esqueça de verificar se tem glutamato monossódico, porque isso é sódio também).

Cuidado com os “salgadinhos” aperitivos (biscoitos, amendoins, batata frita, etc.) e com os sanduíches prontos.


Matéria de educação para a saúde.permitida a divilgação desde que respeite a fonte,sem alteração de forma e/ou conteúdo. Todos os direitos reservados.

Fonte:  www.marpan.com.br
Imagem: Da Internet

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Quem são os donos do cardápio infantil?


Atraídas por propagandas fascinantes que prometem um mundo de sonhos em um pacote de salgadinhos ou um pirulito, por brindes-brinquedos e pelas intermináveis coleções, as crianças se tornaram as principais vítimas desses alimentos e passaram a influenciar nas compras de toda a família. Quais as conseqüências de seguirmos ao sabor do vento das grandes corporações fabricantes de alimentos? E de não termos controle sobre a publicidade dirigida ao público infantil?

Há 40 anos trabalho como Nefrologista Pediátrica. Não recordo de ter identificado, antes dos anos 90, um único caso de pressão alta em criança que não estivesse relacionada a algum problema grave como doença nos rins, nas artérias renais, na aorta ou a tumores raros. Pressão alta era uma doença de adultos. Era!

Infelizmente, na última década, mais crianças passaram a sofrer de hipertensão arterial, uma doença crônica, isto é, que se arrasta por toda a vida e que necessita de medicação continuada. E qual a causa dessa repentina mudança? Múltiplos fatores podem causar a pressão alta mais comum - também chamada de hipertensão arterial essencial - mas os principais são a combinação de obesidade e ingestão de quantidades excessivas de sal na alimentação.

Antes de seguir em frente, é preciso que se diga que a pressão alta não é um probleminha qualquer. É fator de risco importante para infarto do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (os derrames cerebrais), entre tantas outras consequências. E o resultado da obesidade iniciada na infância é o aparecimento de hipertensão arterial em crianças e adolescentes, de diabetes melito, doenças vasculares como infarto do miocárdio, tromboses, derrames cerebrais e todas as suas complicações.

Bem, mas não é de hoje que o sal está presente na alimentação humana. Então, por que agora estaria prejudicando também as crianças? O problema não é exatamente o sal, mas sim o sódio presente nele e é esse último que causa o aumento da pressão. É aí que entram os alimentos industrializados ou altamente processados. Há muita diferença na quantidade de sal (cloreto de sódio) colocado numa refeição cotidiana preparada em casa e os tais produtos industrializados. Nestes, o sódio está presente, além do sal, na estrutura dos conservantes e aromatizantes, usados para aumentar o período de validade ou para realçar o sabor, resultando em quantidades exageradamente grandes de sódio.

Nesse contexto, é preciso considerar que os hábitos alimentares dos brasileiros mudaram significativamente nos últimos anos. Saímos do feijão, arroz e bife para as comidas congeladas, as pré-prontas, os salgadinhos, os biscoitos e refrigerantes. Atraídas por propagandas fascinantes que prometem um mundo de sonhos em um pacote de salgadinhos ou um pirulito, por brindes-brinquedos e pelas intermináveis coleções, as crianças se tornaram as principais vítimas desses alimentos e passaram a influenciar nas compras de toda a família. Sem entender o que leem ou sem ler o que informam os rótulos, os pais também se seduzem pelos coloridos sinais de adição a anunciar + ferro, + cálcio, + vitaminas. Na verdade, estão comprando gordura, sal e açúcar, crentes de que seus filhos estão sendo bem alimentados. É isso mesmo. Em geral, as fantásticas embalagens coloridas contêm muita caloria e baixíssimo valor nutricional.

Estudos que vem sendo amplamente divulgados pelo Ministério da Saúde apontam que o brasileiro está ingerindo mais que o dobro de sal da quantidade diária recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 5 gramas, o que equivale a uma colher de chá. O brasileiro, em média, está consumindo 12 gramas ao dia, o equivalente a uma colher de sopa. Muitos produtos que hoje fazem parte da dieta usual de crianças contêm quantidades exageradas de sal, sem que os pais percebam o perigo. Você sabe que um pacote de massa instantânea pré-cozida tipo miojo contém 5g de sal, que é a quantidade máxima diária recomendada para um adulto? Haja rins para dar conta!

Pesquisa publicada neste janeiro por um grupo da Filadélfia, noAmerican Journal of Clinical Nutrition, uma importante revista da área, mostrou a relação entre o desenvolvimento da aceitação do gosto salgado e uma alimentação complementar, administrada a bebês, contendo amido (batatas, arroz, trigo, pão, bolachas). Foram comparados dois grupos de lactentes: um recebeu alimentação complementar com amido e o outro só comeu frutas em complemento ao leite. A aceitação para o gosto salgado já estava presente aos seis meses nos lactentes alimentados com amido e ausente nos que receberam só frutas. Os lactentes do primeiro grupo apresentaram maior probabilidade de lamber o sal da superfície dos alimentos na pré-escola, bem como de comer sal puro. Assim, segundo a pesquisa, experiências alimentares bem precoces (primeiros meses de vida) exercem um papel muito importante em moldar a resposta ao gosto salgado de lactentes e pré-escolares.

Sabemos que a formação do hábito alimentar se dá desde a gestação até cerca de dois anos de idade. E uma vez consolidado o padrão de gosto, fica difícil mudar. A isso, é preciso associar o padrão de uma infância sedentária em frente à televisão, computador e vídeo games. O resultado tem sido a obesidade. Dados do IBGE mostram que o excesso de peso e a obesidade são encontrados com grande frequência, aos cinco anos de idade, em todos os grupos de renda e em todas as regiões brasileiras.

Houve um salto no número de crianças de 5 a 9 anos com excesso de peso ao longo de 34 anos: em 2008-2009, 34,8% dos meninos estavam com o peso acima da faixa considerada saudável pela OMS. Em 1989, este índice era de 15%, contra 10,9% em 1974-75. Observou-se padrão semelhante nas meninas que, de 8,6% na década de 70, foram para 11,9% no final dos anos 80, e chegaram aos 32% em 2008-09.

O tempo de exposição à mídia também vem aumentando. Em média, as crianças ficam mais de 5 horas diárias em frente à TV, tempo superior ao permanecido na escola, que é de 4h30min. Além disso, o padrão das crianças de hoje é acessar varias mídias ao mesmo tempo e em quase todas há inserção de propaganda, ou seja, as crianças ficam expostas a um bombardeio mercadológico. Estudo feito pela Universidade de São Paulo, em 2007, mostrou que 82% dos comerciais televisivos sugeriam o consumo imediato de alimentos ultraprocessados, 78% mostravam personagens ingerindo-os no ato e 24% dos alunos expostos a tais mensagens apresentaram sobrepeso ou obesidade. Já um levantamento realizado pelo Ministério da Saúde em 2009 identificou que apenas 25% das crianças entre 2 e 5 anos e 38% das crianças entre 5 e 10 anos consomem frutas, legumes e verduras. Guloseimas como balas, biscoitos recheados, refrigerantes e salgadinhos ocuparam o espaço de refeições principais.

E a água? De repente esse bem essencial ao bom funcionamento do corpo humano foi sendo esquecido. Em creches, escolas e hospitais é comum não encontrarmos bebedouros. A água não está franqueada justamente a quem deveria receber estímulo constante para ingeri-la. O estímulo está focado nos sucos industrializados e nos refrigerantes.

E agora, já podemos responder quem são os donos do cardápio das nossas crianças? E quais as conseqüências de seguirmos ao sabor do vento das grandes corporações fabricantes de alimentos? E de não termos controle sobre a publicidade dirigida ao público infantil?

Se o que queremos para nossas crianças não é um futuro de obesos desnutridos, precisamos tomar as rédeas da situação e já. A informação continua sendo a chave-mestra e, pais, educadores e profissionais da saúde precisam saber identificar o que está escrito nos rótulos.

Se tomamos tantas medidas para a identificação de pessoas que entram nas nossas casas e nas escolas, porque não adotamos estes mesmos cuidados antes de permitir a entrada de substâncias no nosso organismo e das nossas crianças? Nunca é demais lembrar que bons hábitos alimentares começam a ser transmitidos na vida intra-uterina, que criança até dois anos não deve ser exposta ao sal e que não se deve colocar açúcar em chás e mamadeiras de bebês. Muito menos achocolatados, que contém açúcar e gordura em excesso.

Seguindo orientações da OMS, estão surgindo políticas públicas para redução do sal nos alimentos industrializados, assim como campanhas de esclarecimento ao público. Foram identificadas ações em 38 países, sendo a maioria na Europa. Já o Brasil recém está iniciando algumas medidas nessa área. Em janeiro deste ano, a Anvisa fez recomendações não obrigatórias para a redução, até 2014, em 10% no conteúdo de sal do pão francês.

Também em países europeus, há regras rígidas em relação à propaganda dirigida a crianças. Em terras nativas, dispensam-se comentários. Felizmente a sociedade começa a dar sinais de reação.

Acreditando que um outro mundo é possível, que tal a gente sonhar com uma sociedade em que a saúde das nossas crianças esteja acima dos interesses das megacorporações?

O artigo é de Noemia Perli Goldraich.
Noemia Perli Goldraich (*)

(*) Noemia Perli Goldraich é doutora em Nefrologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), pós-doutora em Nefrologia Pediátrica pela Universidade de Londres, professora-associada do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFRGS, nefrologista pediátrica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Doenças Crônicas na Infância da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS.

Imagem: Da internet

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Biscoito Natalino Amanteigado


350 grs. de farinha de trigo com fermento
100 grs. castanha de caju ou améndoas (moída)
100 grs. açucar refinado ou de confeiteiro
200 grs. de manteiga
1 colher (sopa) rasa de fermento
1 colher (chá) de baunilha (opcional)

Junte todos os ingredientes, misture bem e forme uma bola com as mãos. Deixe descansar na geladeira por 1 hora (passar em papel filme). Abrir a massa com um rolo (espessura mais ou menos 3 centimetros). Cortar com cortadores de biscoito.

Assar em um tabuleiro untado por aproximadamente 20 minutos.

Bom Apetite!!
Imagem: Da internet

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Bolo de Banana Integral



· 4 ovos inteiros
· 6 bananas caturra cortadas em rodelas
· 1/2 xícara de chá de óleo de canola
· 1/2 xícara de leite desnatado
· 1 xícara de chá de farinha de trigo integral
· 1 xícara de chá de aveia
· 2 xícaras de chá, não muito cheias, de açúcar mascavo.
· canela para salpicar
· 1 colher de sopa de fermento em pó

Bata todos os ingredientes no liqüidificador com apenas 1 banana, coloque em forma untada com óleo e farinha
Ponha as rodelas de banana sobre essa massa e salpique com canela
Assar em forno pré-aquecido, a 180° por aproximadamente 50 minutos.


Imagem: Da Internet

sexta-feira, 25 de março de 2011

Pão Integral



"Amassa, amassa o pão,


Quem quizer um pão gostoso


Tem que ter as 5 coisas:


Água, farinha, fermento e sal


Um pouquinho de açucar


Faz o pão ficar docinho".


Receita de Pão Integral
4 xícaras de farinha branca
2 xícaras de farinha integral
1 xícara de granola (ou aveia, linhaça, uva passa, nozes...)
4 colheres de sopa cheias de mel
1 colher de sopa rasa de sal
125 ml de óleo de girassol
2 tabletes de fermento fresco
+/- 400 ml de água morna

Modo de fazer: O segredo é a esponjinha: cerca de 1 hora antes de fazer o pão coloque em uma tigela o fermento dissolvido em 1 dedo de água morna (mais para fria)com 1 colher de sopa de farinha, suficiente para formar um creme. Tampe e reserve. Esta mistura deve inchar até o momento de fazer o pão. Coloque todos os ingredientes numa tigela (inclusive a esponjinha) formando uma massa consistente. Sove muito bem a massa, acrescentando farinha branca e farinha integral até que ela fique menos "grudenta". Quando perceber que a massa está bem sovada reserve-a para que possa crescer: de preferência ao sol, mas se for preciso o pão poderá crescer também dentro do forno, em sua graduação mais amena. Depois de crescido o pão, leve-o ao forno médio durante +ou- 30 min. Após assado, enrolar o pão num pano e deixar esfriar para não ressecar. (Imagem: Arquivo próprio- crianças do turno da tarde/2010 fazendo o pão)

Receita do Pão: Tirada do Ninho Jardim de Infância